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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Skull & Glossbones - OPI + Esmaltação Americana

Boa noite, flores!

Vocês sabem que eu não sou uma pessoa muito fiel quando o assunto é esmaltes. Toda semana eu me apaixono perdidamente por alguma cor e minha vontade é nunca mais tirar. 

Esses dias aconteceu mais um ataque do cupido. E de quebra, consegui desfazer duas péssimas impressões: uma com a Esmaltação Americana e a outra com a OPI.

Com vocês, o indescritível Skull & Glossbones:

Amor eterno, amor verdadeiro

Ok, você vai olhar a cor e dizer "mas essa cor não tem nada de bapho aí, Ana!". E eu sei. Mas a paixão tem dessas coisas inexplicáveis. Que eu adoro um cinza, isso todo mundo sabe. Mas esse tom greige do Skull é muito amor. Ficou tão bonito, tão elegante...

Foto de blog de gente RYCHA

Mas a melhor coisa foi quebrar minha inimizade com a OPI. Tive uma experiência bem ruim com o Ski Teal We Drop e não conseguia entender as juras de amor que via por aí. Eis que andando pelas farmácias da vida, encontrei a marca sendo vendida por um preço "amigável". Fiz as contas, compensei o preço de um futuro frete e trouxe o Skull pra casa.

Sem flash e com flash.

A aplicação foi muito tranquila. Duas camadas, pincel gostoso e levemente achatadinho, limpeza perfeita. Aproveitei o clima, aquele importadinho nas mãos, meu bom humor e arrisquei uma nova tentativa de Esmaltação Americana. 

Dessa vez usei pincel chanfrado e posso dizer que ficou muito bom! Nem conseguia reparar a diferença depois de um tempo. Pode ser porque era um esmalte claro, mas eu gostei bastante (e sim, foi levemente mais rápido para esmaltar do que com o método tradicional).

Viu o espacinho? Perfect! :D

Voltando ao S&G, em todas as fotos ele está sem top coat. Sim, minha amigas, esse brilho todo é dele! As fotos na luz natural são do quarto dia. Inacreditável! Deu até pena tirar. E mesmo depois de incríveis SEIS DIAS, ele continuava lindo, intacto e brilhoso. Diz se não é para declarar amor eterno?

Mais fotos, porque ele merece!

Se eu fosse dar nota, esse seria um vidrinho nota 10. Cor, durabilidade, brilho, acabamento... tudo perfeito. E agora, dá licença que eu vou babar mais um pouco nele. :)

Besos!


Ah, e não se esqueçam do sorteio! Participem!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Testando 1, 2, 3: Esmaltação Americana

Olá meninas, tudo bem?

Neste final de semana resolvi fazer algo de diferente #marilacfeelings. 

Arrisquei-me a fazer uma Esmaltação Americana! Entendeu bulhufas? Então, vem comigo!

O que é Esmaltação Americana?

Esta técnica, inspirada na forma como as gringas pintam suas unhas, passou a ter mais visibilidade quando começamos a fofocar os blogs estrangeiros de unhas. Afinal, por que elas passavam o esmalte tão longe da cutícula?

Exemplo perfeito, retirado do blog Lacquerized (infelizmente, RIP)

O nome da técnica fala em americanas, mas na verdade as européias também pintam as unhas assim. Ao invés de sair borrando tudo e depois limpar com palito e acetona, como nós fazemos, elas pintam com calma e parcimônia cada unha, diminuindo o tempo para limpeza. Pintando já afastado da cutícula, o processo se torna mais prático. Além disso, como a maioria não usa alicate, evita-se o ressecamento das pelinhas por conta do esfrega-esfrega com acetona.

Tudo lindo, tudo belo. Então, afinal, por que não passamos todas a esmaltar assim?

Bem, o primeiro ponto é que pode parecer meio estranho à primeira vista. Se o espaço entre a cutícula e o esmalte for muito grande, pode deixar uma aparência de velho. Outro ponto é começar a ter o costume de utilizar outras técnicas para a limpeza, que podem envolver desde pincel chanfrado até o já famoso palitinho para fazer o espaço. Neste link do blog Nós Amamos Esmaltes, as meninas explicam como fazem as suas esmaltações. Recomendo!

Resolvi então tentar, mas o resultado ficou meio que... TENSO. O esmalte usado foi o cráaaassico Amarelo Pop Art da Colorama (duas camadas, porque única camada só se for na #$*#*&$):


 Esmaltação #Fail

Resolvi usar o palito mesmo, até porque o pincel exige habilidade demais de mim. Foi meio difícil acertar o espaço certinho, como vocês podem ver nas centenas de falhas.

Se foi mais rápido? Sim, foi. Principalmente na outra mão, quanto eu já tinha pego um cadinho de prática. O tempo que se "perde" pintando a unha devagar, se ganha na rapidez da limpeza.

Se eu gostei? Não sei. Confesso que gosto da nossa esmaltação brazuca e nem sofro horrores para limpar os cantinhos.

Recomendo? Para esmaltes do tipo corretivo (branquinhos e pastel) sim. A técnica evita que empapuce tudo perto das cutículas, deixando o resultado mais bonito.

E vocês, já tentaram algo do tipo?

Besos!